15.8.06

Espia 63

OPINIÃO DA ESPIA - ( Da semana passada) Não posso entender como o Brasil tem o melhor time do mundo no banco. Por teimosia, o Parreira deixa Juninho, Cicinho, Robinho e Glbertinho fora do time. Fora, deviam estar o perna-de-pau Adriano, além dos velhinhos que já deram o que tinham que dar: Cafu e Roberto Carlos. Vamos perder a Copa simplesmente por teimosia. Depois o Parreira vai dizer: “Assumo a responsabilidade” e vai para casa com os bolsos cheios. E o povo vai chorar. O sapato alto, a soberba de alguns jogadores, dá vontade de deixar de torcer. Fora o jogo de resultados! Prefiro arriscar a perder, driblando, pedalando, jogando o futebol de prazer do brasileiro.

JUIZ SE MASTURBA DURANTE O JULGAMENTO

A profissão do juiz Donald D. Thompson era mandar os outros para trás das grades. Agora foi a vez dele ir para o xilindró. E o motivo não poderia ser mais inusitado. O magistrado foi condenado a um ano de prisão por usar uma bomba peniana a vácuo durante três julgamentos por assassinato e um caso civil em 2002 e 2003. Ele ainda terá de pagar uma multa de 10 mil dólares por cada acusação e perderá o salário de 90.000 dólares anuais.

MÃE É UMA SÓ

Um norte-americano confessou ter guardado o cadáver de sua mãe num congelador durante mais de quatro anos para poder cobrar sua pensão. Um porta-voz da polícia de Campbell afirmou que o cadáver da mulher foi encontrado coberto de gelo no freezer que ficava no porão de sua casa. O cara, disse à polícia que sua mãe tinha morrido de causas naturais em agosto de 2000, mas que não informou sobre sua morte porque tinha medo de suspeitarem que ele a havia matado.

LÁGRIMAS DE CROCODILHO

Quando uma pessoa chora forçado ou por hipocrisia diz que são lágrimas de crocodilho. É porque qualquer jacaré ou crocodilho ao engolir uma presa prende-a com uma dentada bem forte mexendo nas glândulas lacrimais e nesse momento saem lágrimas como se estivesse chorado. Ouvi essa história no maior programa da rádio de Alagoas: ALMANAQUE da nossa Floracy Cavalcante, a Dama do Rádio de Alagoas está cada vez melhor. Seu programa diário na Educativa, 107.7 de 10 às 12 nos trás informações, dicas e músicas de primeira qualidade, além de ouvir a voz feminina mais bela do rádio no Nordeste.

PÉROLAS DA ZONA – RUA DO RANGEL – RECIFE - 1965

Alguém me disse... Que tu andas novamente
De novo amor... Nova paixão toda contente
Conheço bem tuas promessas... Outras ouvi iguais a essas
Este teu jeito de enganar... Conheço bem.
Pouco me importa... Que te vejam tantas vezes
E que tu mudes de paixão... Todos os meses
Se vais beijar, como eu bem sei... Fazer sonhar, como eu sonhei
Mas sem ter nunca... Amor igual... Ao que eu lhe dei!...

IDADE PARA SEXO

Em reação ao suprimento de hormônios sexuais, o testosterona atinge o auge aos 18 anos no homem e o estrogênio chega ao topo aos 25 anos na mulher. Mas o ápice dos hormônios não significa o auge da performance sexual. Diz Marc Goldstein, professor de medicina reprodutiva da Universidade Cornell (USA). O homem e a mulher devem se sentir à vontade para experimentar o que achar melhor em sexo, em qualquer idade. Basta ter vontade.

TECA CALAZANS

“Essa ciranda quem me deu foi Lia...que mora na Ilha de Itamaracá...” A maior cirandeira nordestina, a cantora TECA CALAZANS há algum tempo faz sucesso na Europa, é a cantora brasileira mais conhecida em Paris. Se você gosta de música e quer curtir uma navegação na internet vá para o site da TECA, está uma beleza, no Francês e no Português. Acesse: www.teca-calazans.com



DICAS

DOCE LEMBRANÇA – Livro do jornalista JOSÉ ALBERTO COSTA, o JAC, são crônicas, contos, muito bem escritos. O Zéalberto nos delicia com histórias maravilhosas de sua vida. Foi Secretário de Comunicação do governador Theobaldo Barbosa, suas memórias fazem parte da História das Alagoas. Dicas de Keyler Simões - Jornalista e Produtor Cultural

Quinta no Arena com SoLampião - O projeto Quinta no Arena apresenta, durante todo o mês de julho, o espetáculo SoLampião. A montagem é assinada pela Cia. Nêga Fulô. No palco, o ator Regis de Souza e o músico Tercio Smith, responsável pela trilha da peça. O texto de SoLampião é do uruguaio Enrique Permuy e da brasileira Lúcia Rocha. Teatro de Arena. Pça. Mal. Deodoro, s/n, Centro. Todas as quintas-feiras de julho, às 19h30. Preços: R$ 5 e R$ 2,50 (estudante). Informações: 3315-5665.

Passeio nas Cores em Companhia dos Orixás - O artista plástico Philippe Meilhac apresenta, na Aliança Francesa de Maceió, a mostra Passeio nas Cores em Companhia dos Orixás. O trabalho é composto por inúmeras colagens. Nascido na França, Philippe vive no Brasil há mais de três décadas. Além das artes plásticas, também se dedica ao ensino do idioma francês e é tradutor de obras literárias. Aliança Francesa. Av. Humberto Mendes, 250, Jaraguá.

Mestre Benon no Engenhos de Folguedos - No projeto Engenhos de Folguedos, Mestre Benon comanda o Guerreiro Treme Terra de Alagoas, da Chã de Bebedouro. Próxima quinta-feira, no Museu Théo Brandão, às 20h. Aberto ao público. Tel.: 3221-2651. Toda quinta tem ENGENHO DE FOLGUEDOS NO THÉO BRANDÃO.

“Stagium Dança Chico Buarque” - é o espetáculo que o Ballet Stagium, uma das mais importantes companhias de dança do País, apresenta dia 16 deste mês, no Teatro Gustavo Leite, no Centro de Convenções de Maceió. Sessões às 18h e às 21h. Ingressos: de R$ 30,00 a R$ 10,00. Tels.: 3034-0930/8834-3434.

PALMAS – Para esse povo brasileiro sofrido, depois de perder o medo e a esperança, tinha na seleção um gostinho de auto-estima e de alegria. Torceu pelo Brasil de camisa amarela, confiou no ufanismo da Globo, foi mais uma vez traído. Dessa vez pelos “pop-stars” que vivem na Europa há muito tempo e jogar pelo Brasil parece um favor. Nas veias desses caras correm apenas dólares. O sistema capitalista tem dessas coisas.

VAIA – Para o filho de uma puta do Parreira que não teve coragem de barrar Roberto Carlos, Cafu e Adriano. Nenhum desses deviam estar entre os convocados sequer, mas a pressão foi grande. Outro que não mais merece respeito é o Ronaldinho Gaúcho, no domingo da derrota organizou uma festa em sua casa em Barcelona com os amigos.

FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE PARATI

Sobre a FLIP

Parati é uma cidade litorânea contornada pelo mar azul-turquesa da baía da Ilha Grande e por grandes faixas intactas de Mata Atlântica. Localizada a aproximadamente quatro horas de carro do Rio de Janeiro e São Paulo, esse antigo porto, de onde se enviava a maior parte do ouro do Brasil ao Velho Mundo, é uma cidade histórica que atrai muitos eventos culturais.

Em agosto de 2003, a Festa Literária Internacional de Parati (FLIP) tornou-se a caçula da família de importantes festivais literários como Hay-on-Wye, Adelaide, Harbourfront de Toronto, Edimburgo e Mantua. Com a presença de autores mundialmente respeitados como Julian Barnes, Don DeLillo, Eric Hobsbawm e Hanif Kureishi, a primeira FLIP estabeleceu um padrão de excelência às edições seguintes. Em um curto período, ficou conhecida como uma das principais festas literárias internacionais, reconhecida pela qualidade dos autores convidados, pelo irresistível entusiasmo de seu público e pela descontraída hospitalidade da cidade.

A FLIP já recebeu alguns dos grandes nomes da literatura mundial como Salman Rushdie, Ian McEwan, Martin Amis, Margaret Atwood, Paul Auster, Anthony Bourdain, Jonathan Coe, Jeffrey Eugenides, David Grossman, Lidia Jorge, Pierre Michon, Rosa Montero, Michael Ondaatje, Orhan Pamuk, Colm Toíbín, Enrique Vila-Matas, Jeanette Winterson e Marcello Fois.

Dos brasileiros, alguns dos autores mais talentosos já estiveram na FLIP, como Ariano Suassuna, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Millôr Fernandes, Ruy Castro, Ferreira Gullar, Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura e Lygia Fagundes Telles, além de lendas vivas como Chico Buarque e Caetano Veloso.

A cada ano a FLIP homenageia um expoente das letras brasileiras. O poeta e compositor Vinicius de Moraes (1917-1980) em 2003. O escritor João Guimarães Rosa (1908-1967) foi o homenageado no ano seguinte. Em 2005, foi a vez da romancista Clarice Lispector (1920-1977). Em 2006, a FLIP presta homenagem ao escritor baiano Jorge Amado (1912-2001).

A música brasileira, uma das maiores riquezas da nossa vida cultural, não poderia deixar de estar presente na FLIP. Os shows de abertura, que já valeriam a ida à Parati, ofereceram aos convidados a chance de assistir Chico Buarque, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Mônica Salmaso, Adriana Calcanhoto e José Miguel Wisnik, darem as boas-vindas aos visitantes da FLIP.

Enquanto a programação principal acontece na Tenda dos Autores, vários outros eventos ocorrem simultaneamente em outros locais. A oficina literária, destinada a jovens aspirantes a escritor, é realizada por grandes autores brasileiros. Há também uma programação exclusiva para as crianças – a Flipinha, em que jovens estudantes de Parati apresentam o resultado de seus trabalhos inspirados no universo literário e participam de palestras com autores convidados. O sucesso da Festa também estimulou o desenvolvimento de uma programação de leituras, shows e lançamentos de livros, batizada de OFF-FLIP.

Poucos locais poderiam ser mais agradáveis para sediar a FLIP do que Parati. Suas ruas de pedras propiciam encontros casuais proveitosos, enquanto restaurantes e bares sugerem um bate-papo descontraído. As pousadas e os serviços oferecem um excelente padrão de qualidade.

Desde a primeira edição, o crescimento da Festa Literária está intimamente ligado à vida e às necessidades de Parati. Artistas locais, comerciantes, hoteleiros e donos de restaurantes acolhem a FLIP, que por sua vez, mantém os habitantes locais ativamente envolvidos. Por tudo isso, a FLIP se destaca de outros encontros literários contribuindo para essa atmosfera alegre e calorosa que tem caracterizado esse grande evento

AOS AMIGOS DA ESPIA- O BLOG DO CARLITO

Estarei em Parati no FLIP – 2006, entre 9 e 13 de agosto. Quem quiser mais informações telefonar para –82-9981.0199

HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

Carlito lima – o duque de jaraguá

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE ODETE AUGUSTO DOS MARTÍRIOS

No entardecer do dia 20 de dezembro de 1928, dentro de uma casa de porta e janela na Rua São Luiz no Farol, ouviu-se um choro avisando ao mundo que estava nascendo Odete Augusto dos Martírios, a negra mais bonita e charmosa que perambulou por Maceió no século XX.

De mãe pobre e pai fujão, foi criada pela avó no bairro da Levada. Cresceu uma menina alegre, cativante. Tinha o carinho da avó, e as ruas, as praças, a lagoa Mundaú para brincar, pescar e catar sururu. Criou-se livre, sem estudar, correndo e percorrendo toda biboca da cidade.

Tornou-se uma moça bonita, rosto oval, cabelos negros, olhos penetrante. Corpo roliço, bem moldado, cheio de curvas acentuadas na cintura e nos quadris. Odete despertava desejo nos homens quando andava num rebolado natural cadenciado como se flutuasse ouvindo música.

Ainda não havia completado 15 anos, quando Floro, um belo rapaz, acadêmico de direito, morador da Rua Pedro Monteiro, filho de um rico comerciante, ficou encantado com a negra bonita cheia de sensualidade. Foi em seu encalço. Cantou Odete por mais de um mês, prometendo amor, carinho e agrado. Até que numa noite de lua seus corpos se unirem embaixo de uma jaqueira no morro do Tom Mix (onde hoje é a Salgema). Floro deflorou Odete. A negra gritava como uma selvagem, tinha doído, tinha gostado. Em casa, sua avó notou o sangue, e esbravejou: não era mais moça, tinha perdido a honra, não queria sua neta quenga! Reclamou da vida de pobre.

Durante a noite Odete chorou e lembrou os momentos de carinho, sentiu novamente a sensação de seu corpo penetrado. Tomou uma decisão: trabalhar, ser independente. Como uma analfabeta podia arranjar emprego?

Soube que uma família estava precisando de uma empregada doméstica. Odete bateu na casa na Praça Sinimbu. Foi atendida pela dona, que gostou da moça negra, simpática, carne firme, disposta no trabalho. Ensinou-lhe a cozinhar. A menina aprendeu rápido, tornou-se exímia cozinheira. Odete fez parte dessa família por muitos anos.

Sentia-se independente com o pequeno salário. Tinha um quarto na casa, comida e era livre, sozinha, podia fazer o que bem quisesse. Ao anoitecer, depois do dia de trabalho, disposta, cheirosa, dentro de um vestido de chita, se pintava para sair em busca de diversão nas noites de Maceió. Fazer o que mais gostava: amor. Os homens se encantavam, prometiam. Nunca recebeu dinheiro de ninguém. Ela selecionava seus parceiros. Gostava de homem novo e bonito. Estudantes ficavam a espreita às sete da noite na Praça, atrás de Odete. Ela escolhia seu rapaz para deitar na morna areia da praia da Avenida ou no gramado do sítio da Sinhá perto do Salgadinho.

Assim foi se espalhando a história da beleza daquela negra alegre de belo sorriso, dentes brancos, lábios grossos, uma loba no amor. Muitos homens desejaram Odete, muitos homens foram rejeitados. Odete se transformou num mito, numa das figuras mais populares de Maceió. Adorava dançar, como não podia freqüentar clubes, partia para as boates de Jaraguá apenas para rodopiar ao som dos conjuntos tocando os boleros da época. Muitos parceiros de dança queriam levá-la para o quarto, ela recusava, queria apenas dançar. O único local que aceitava uma empregada, negra, analfabeta no salão de dança, era a zona. Noite alta, com o sapato pendurado entre os dedos, voltava para sua seu quarto, sua casa na Praça Sinimbu.

Por ser livre e independente, Odete era confundida como prostituta. Ela jamais aceitou um centavo de algum homem. Viveu solteira pelo resto da vida. Uma mulher digna que se ofertou ao amor. Leila Diniz, branca, rica, se deu e se dedicou aos homens no Rio, foi aclamada musa de Ipanema. Odete, pobre, negra, se deu e se dedicou aos homens, foi detratada com mentiras maldosas. É preciso fazer justiça a essa mulher bonita e corajosa.

Hoje com 78 anos, mora em um quartinho perto da Praça da Faculdade, sozinha, como sempre viveu. Apesar das seqüelas da idade, ainda sente-se uma auréola de alegria e felicidade. Essa é a história verdadeira da Nega Odete, mito e fantasia de muitos homens nos anos 50/60 na cidade de Nossa Senhora dos Prazeres, nossa bela Maceió.

* CARLITO LIMA ESCREVE AOS DOMINGOS NA GAZETA DE ALAGOAS, NO CADERNO CIDADES. www.gazetaweb.com

CORRESPONDÊNCIA

Carlito

Obtive acesso ao blogger através do Jornal Gazeta de Alagoas em sua coluna, gostei bastante da história "A verdadeira história de Odete Augusto dos Martírios" e gostaria de saber se existe livro publicado com estas histórias pitorescas de nossa terra. Parabéns e aguardo retorno. Silvania

Carlito Lima

Eis resumida (um minuto e meio) a minha entrevista à Rádio Câmara, de Brasília. Se lhe interessar ouvir, clique:

http://www.camara.gov.br/internet/radiocamara/default.asp?selecao=MAT&Materia=39058

Cordialmente. Antônio Falcão.

Carlito

MUITO INTERESSANTE!!!!
> Para quem ainda não leu, ou não teve acesso a Isto é a revista
> disponibilizou a reportagem sobre JOÃO LYRA candidato a governador de
> Alagoas no site..
>
> www.terra.com.br/istoe/1915/brasil/1915_crime_sem_castigo.htm
>
> ANA MARIA

Oi Carlito,
Adoro seu jornal,inteligente, engraçado e fácil de ler.

Meu site ficou pronto e gostaria que você pudesse colocar no seu jornal e
passar adiante.

www.teca-calazans.com

Obrigada
Teca Calazans de Paris

Caros amigos,

Após quase dez anos estamos vendo os nomes dos verdadeiros mandantes do assassinato do meu irmão serem oficialmente denunciados.

A revista Isto É fez uma reportagem denunciadora sobre o caso.

Todas as revistas daqui do estado foram compradas pelo acusado, que é atualmente candidato ao Governo do Estado nas próximas eleições. O conteúdo da matéria esta na íntegra na INTERNET no site da revista;

www.istoe.com.br

Como família não perdemos as esperanças de justiça para o desfecho desta triste história. Afinal meu irmão foi morto por exercer dignamente suas funções e por ironia do destino morreu no dia do FUNCIONÁRIO PÚBLICO (28/10/96).

Esta situação que vivemos é o retrato de um país que tem suas estruturas corroidas pela corrupção e pelo crime organizado.

Um abraço a todos!

Pedimos que nos ajudem a divulagr esta matéria.

Silviane Vianna

"Sofremos desasiado pelo pouco que nos falta

e alegramo-nos pouco pelo muito que temos..."

(W. Shaskespeare)

Pessoal, voces sabiam que temos um cinema que tem como objetivo, só apresentar filmes de arte, e filmes nacionais da nova e boa geração, a com valores bem mais baixos que os outros cinemas? É o Cine Sesi, instalado onde foi os cine Art Pajuçara. Só que do jeito que anda vazio, não deverá durar muito! Frequentem, conheçam, vão ao cinema! Zmilton / col. Cidinha Madeiro

ESPIA – UTILIDADE PÚBLICA

BÊABÁ EMPRENDIMENTOS ANUNCIA

OFICINA: "CANÇÕES & DANÇAS DE RODA, FOLCLÓRICAS E TRADICIONAIS PARA

CRIANÇAS" - A importância da Música na Educação

PÚBLICO-ALVO:

Especialmente indicados às pessoas que acreditam não Ter potencial para cantar. Professores do Ensino Infantil e Fundamental, Educadores de Entidades Sociais. Professores de Arte, Musicoterapeutas, Recreacionistras.

OBJETIVO:

Fornecer subsídios para cantar ( e ensinar a cantar ) melhor, dirigir e motivar um grupo a cantar. Trabalhar, de maneira prática e lúdica, a dança com crianças. Apresentar canções folclóricas e tradicionais da cultura brasileira.

METODOLOGIA:

São abordados temas como desinibição, técnicas para identificação do público e formas de prender a sua atenção. Técnicas de dramatização e valorização de trechos da leitura. Dicção, velocidade e volume de voz. Impostação de voz, distinção entre vozes graves e agudas, analise de voz e montagem de coral.
A parte teórica aprendida é exercitada cantando-se diversas canções, a maioria delas destinadas à faixa etária das crianças. Músicas tradicionais, modernas, com gestos, danças e dramatizações. São aplicados diversos jogos com tema musical.

Explora-se o folclore brasileiro de diversas regiões músicas populares de Vila Lobos à Vinícius de Moraes e Chico Buarque.

COORDENAÇÃO:

VANESSA DOHME / SP – Ludoeducadora integrante da equipe de capacitação da Editora Informal há 7 anos. Formada em Propaganda e Criação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada do curso de Docência no Ensino Superior. Especializou-se também em teatro, expressão corporal e dublagem. Professora de inglês, professora universitária de etnomusicologia e folclore na Faculdade de Música da FMU e diretora de arte na Informal são suas ocupações quando não está dirigindo os PLEIS ou contando histórias.

MARIO GREGGIO / SP – Ludoeducador, maestro, músico, advogado

Apoio de um músico para acompanhamento em teclado.

RECURSOS FORNECIDOS:

Material de jogos, material para danças, letras e músicas nas partituras. Um CD de áudio por participante das canções praticadas no curso. Certificado.

CARGA HORÁRIA: 8 horas/aula

CAPACIDADE: 60 pessoas

DATA: 04/08/2006

CUSTO: R$ 100, 00 à vista ou 2 X R$ 60,00

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: BÊABÁ EMPREENDIMENTOS

Fone/Fax: 82-3336-8277 Cel.: 82-9913-9032

E-Mail: mlydia@ofm.com.br

Site: www.beabaempreendimentos.com.br

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Colaboração de Bosco

Alagoas, 1833
SENTENÇA JUDICIAL DATADA DE 1833
O adjunto de promotor público, representando contra o cabra Manoel Duda,
porque no dia 11 do mês de Nossa Senhora Sant'Ana, quando a mulher do Xico
Bento ia para a fonte, já perto dela, o supracitado cabra que estava de
tocaia em uma moita de mato, sahiu della de supetão e fez proposta a dita
mulher, por quem queria para coisa que não se pode trazer a lume, e como
ella se recuzasse, o dito cabra abrafolou-se dela, deitou-a no chão,
deixando as encomendas della de fora e ao Deus dará. Elle não conseguiu
matrimonio porque ella gritou e veio em amparo della Nocreto Correia e
Norberto Barbosa, que prenderam o cujo em flagrante. Dizem as leises que
duas testemunhas que assistam a qualquer naufrágio do sucesso faz prova.
CONSIDERO:
QUE o cabra Manoel Duda agrediu a mulher de Xico Bento para conxambrar com
ella e fazer chumbregâncias, coisas que só marido della competia
conxambrar, porque casados pelo regime da Santa Igreja Cathólica Romana;
QUE o cabra Manoel Duda é um suplicante deboxado que nunca soube respeitar
as famílias de suas vizinhas, tanto que quiz também fazer; conxambranas com
a Quitéria e Clarinha, moças donzellas;
QUE Manoel Duda é um sujetio perigoso e que não tiver uma cousa que atenue
a perigança dele, amanhan está metendo medo até nos homens.
CONDENO o cabra Manoel Duda, pelo malifício que fez à mulher do Xico Bento,
a ser CAPADO, capadura que deverá ser feita a MACETE. A execução desta peça
deverá ser feita na cadeia desta Villa. Nomeio carrasco o carcereiro.
Cumpra-se e apregue-se editais nos lugares públicos.
Manoel Fernandes dos Santos
Juiz de Direito da Vila de Porto da Folha Sergipe
15 de outubro de 1833
Fonte: Instituto Histórico de Alagoas

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Arriscar-se é viver...

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.
Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.
Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.
Amar é arriscar-se a não ser amado.
Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.
Viver é arriscar-se a morrer...
Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.
Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas... é preciso correr riscos.
Porque o maior azar da vida é não arriscar nada...

Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.
Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.
Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver...
Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;
Abrem mão de sua liberdade.
Só a pessoa que se arrisca é livre...

"Arriscar-se é perder o pé por algum tempo.
Não se arriscar é perder a vida..."
(Soren Kiekegaard)

Col. Cidinha Madeiro

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